Salário-maternidade
Quem tem direito, quanto tempo dura, quais documentos e o que fazer quando o INSS nega.
Ler a páginaUma visão geral dos benefícios da Previdência Social, de quem tem direito a cada um e do que fazer quando o pedido é negado.
O Direito Previdenciário trata da relação entre o cidadão e a Previdência Social. Na prática, é a área que cuida das aposentadorias, dos auxílios e dos benefícios pagos pelo INSS, e também dos casos em que esse pedido é indeferido sem que a pessoa entenda o motivo. Esta página reúne o que costuma ser perguntado no atendimento, em linguagem simples, para quem precisa se situar antes de decidir qualquer coisa.
Todo trabalhador que contribui para o INSS, com carteira assinada ou por conta própria, está filiado à Previdência Social. Essa filiação cria um conjunto de proteções para momentos em que a pessoa não consegue, ou não deve, continuar trabalhando: idade avançada, doença, acidente, nascimento de um filho, morte de quem sustentava a família.
O Direito Previdenciário é a área que organiza essas proteções. Ele define quem tem direito a cada benefício, quais requisitos precisam ser cumpridos, como o valor é calculado e o que pode ser feito quando o INSS entende que o direito não existe.
É uma área bastante técnica, e isso explica boa parte das negativas. Não é raro que uma pessoa tenha o direito, mas não consiga demonstrá-lo no formato que o sistema exige.
Os benefícios mais procurados no atendimento são estes:
Cada um tem requisitos próprios, e é comum a pessoa pedir um benefício quando o caso dela se encaixaria melhor em outro. Esse é um dos motivos de indeferimento que mais aparecem.
Essa distinção resolve muita confusão. O benefício previdenciário depende de contribuição. É o caso da aposentadoria, do auxílio-doença e da pensão por morte: a pessoa contribuiu, e por isso está coberta.
Já o benefício assistencial, que é o BPC/LOAS, não exige contribuição nenhuma. Ele é destinado à pessoa idosa ou com deficiência que vive em situação de baixa renda, e existe justamente para alcançar quem nunca pôde contribuir.
Por isso a frase "nunca contribuí, então não tenho direito a nada" costuma estar errada. Pode não haver direito a aposentadoria, e ainda assim haver caminho pelo BPC/LOAS.
A negativa quase nunca significa que a pessoa não tinha direito. Na maior parte dos casos, ela aponta um problema de prova ou de cadastro. Os motivos mais frequentes são:
Em todas essas situações o direito pode continuar existindo. O que faltou foi apresentá-lo do jeito que a análise exige.
O primeiro passo é obter a carta de indeferimento no Meu INSS e ler o motivo exato. Sem esse documento, qualquer providência vira suposição.
A partir do motivo, os caminhos costumam ser:
Existe prazo para recorrer administrativamente, contado da ciência da decisão. Perder esse prazo não elimina necessariamente o direito, mas torna o percurso mais longo.
Nem todo pedido precisa de advogada. O INSS não cobra pelo requerimento, não trabalha com intermediários, e um pedido simples, com vínculos registrados e documentação em ordem, costuma tramitar bem pelo Meu INSS. É justo tentar esse caminho primeiro.
A orientação jurídica tende a fazer diferença quando aparece alguma destas situações:
O atendimento é feito em Uberlândia, presencialmente ou por videochamada, com análise individual antes de qualquer recomendação.
Não. O pedido pode ser feito diretamente pelo Meu INSS, sem custo e sem intermediário. A orientação jurídica costuma fazer diferença em casos com histórico de contribuições incompleto, tempo especial a comprovar, trabalho rural ou quando o pedido já foi negado.
Pode haver caminho. Benefícios como a aposentadoria dependem de contribuição, mas o BPC/LOAS é assistencial e não exige contribuição nenhuma, sendo destinado à pessoa idosa ou com deficiência em situação de baixa renda. A análise depende da composição e da renda da família.
O prazo varia bastante conforme o tipo de benefício e a agência. Existem prazos previstos em norma, e a demora excessiva é uma das situações que podem ser questionadas. O andamento pode ser acompanhado pelo próprio aplicativo Meu INSS com o número do protocolo.
A conclusão da perícia administrativa não encerra o assunto. É possível recorrer e, dependendo do caso, discutir a questão na via judicial, onde costuma haver nova avaliação médica. A documentação do médico que acompanha o tratamento tem peso importante nessa discussão.
Pode contar, desde que o vínculo seja comprovado. Documentos da época, registros da empresa, recibos e testemunhas são elementos usados nesse tipo de demonstração. É um dos pontos em que a orientação jurídica costuma ser mais útil, porque a prova precisa ser construída.
Sim. O atendimento é feito em Uberlândia presencialmente, mediante agendamento, e também por videochamada para quem prefere ou mora em outra cidade da região.
Quem tem direito, quanto tempo dura, quais documentos e o que fazer quando o INSS nega.
Ler a páginaO benefício assistencial para pessoa idosa ou com deficiência, sem exigência de contribuição.
Ler a páginaO benefício por incapacidade temporária, a perícia médica e os motivos mais comuns de negativa.
Ler a páginaCada situação depende de datas, vínculos e documentos próprios. A análise é feita individualmente, em Uberlândia ou por videochamada.
Esta página tem finalidade informativa e não substitui a análise individual de cada caso. As regras aplicáveis mudam com frequência e dependem da situação concreta de cada pessoa.