Direito de Família
Divórcio, pensão alimentícia, guarda, união estável e inventário.
Ler a páginaDa compra que deu errado ao nome negativado indevidamente. Entenda as situações mais comuns do dia a dia e quais caminhos existem em cada uma.
O Direito Civil é a área mais ampla do direito privado e cuida das relações do dia a dia: o contrato que você assinou, a compra que deu errado, a dívida que não é sua, o vizinho que causou um prejuízo, o imóvel com problema de documentação. Esta página organiza as situações que mais chegam ao atendimento e explica o que costuma ser possível fazer em cada uma.
As demandas mais frequentes envolvem:
É uma das situações mais comuns, e ela costuma aparecer em cenários bem específicos: dívida já paga que continua registrada, contrato que nunca foi feito, fraude com uso indevido de documentos, cobrança de valor diferente do contratado, ou inscrição feita sem a notificação prévia que a lei exige.
A inscrição indevida pode gerar direito à retirada do registro e, dependendo do caso, à reparação. Vale registrar um ponto que costuma frustrar: quando já existe outra negativação legítima no nome da pessoa, a jurisprudência tende a tratar a situação de forma diferente quanto à indenização, embora a retirada do registro indevido siga cabível.
Guardar comprovantes de pagamento, o contrato, as telas de cobrança e o extrato dos órgãos de proteção ao crédito faz diferença.
Nem todo aborrecimento gera indenização, e essa é a expectativa que mais precisa ser ajustada. A jurisprudência distingue o mero dissabor, que faz parte da vida em sociedade, da lesão que efetivamente atinge direitos da personalidade, como honra, imagem, nome e integridade.
Situações que costumam ser reconhecidas incluem negativação indevida, falha grave na prestação de serviço essencial, exposição vexatória em cobrança, e descumprimento contratual com repercussão relevante na vida da pessoa.
Além do dano moral, existe o dano material, que corresponde ao prejuízo efetivo e ao que se deixou de ganhar, e precisa ser demonstrado com documentos.
A regra geral é que o contrato assinado obriga as partes. Mas essa regra tem limites relevantes.
Antes de assinar distrato ou aceitar proposta de acordo, vale entender quais efeitos aquilo produz, porque documentos de quitação costumam ter alcance maior do que parece.
A legislação de defesa do consumidor estabelece proteções específicas, com prazos próprios para reclamar de vícios aparentes e ocultos, distinguindo produtos duráveis de não duráveis.
Situações frequentes:
Registrar os protocolos de atendimento, guardar as conversas e formalizar a reclamação por escrito fortalece bastante a posição de quem reclama.
Dá para mandar uma mensagem com o resumo da situação e entender os caminhos possíveis antes de decidir.
Imóvel costuma ser o bem mais valioso de uma família, e problemas nessa área têm impacto grande. Os temas mais recorrentes são:
Em imóvel, o cuidado documental preventivo costuma custar bem menos do que a discussão posterior. Verificar certidões e a matrícula antes de fechar negócio evita boa parte dos problemas que chegam depois.
Algumas situações em que a orientação costuma fazer diferença:
O atendimento é feito em Uberlândia, presencialmente ou por videochamada, com análise individual antes de qualquer recomendação.
Não. A jurisprudência distingue o mero dissabor, que faz parte da convivência social, da lesão que atinge efetivamente direitos da personalidade como honra, nome e imagem. A análise depende da gravidade da situação, da repercussão concreta e das provas disponíveis.
Após o pagamento, quem inscreveu tem o dever de providenciar a baixa em prazo razoável. A manutenção indevida do registro pode gerar direito à retirada e, dependendo do caso, à reparação. Guarde o comprovante de pagamento e o extrato dos órgãos de proteção ao crédito.
Nas compras realizadas fora do estabelecimento comercial, como internet e telefone, a legislação prevê direito de arrependimento dentro de prazo legal contado do recebimento ou da contratação, com devolução dos valores pagos. Fora dessa hipótese, a devolução depende do que foi contratado ou de eventual defeito.
Nem sempre. A assinatura não convalida automaticamente cláusula considerada abusiva, especialmente em relações de consumo e em contratos de adesão, em que não houve possibilidade real de negociar. A análise depende do conteúdo específico da cláusula e do tipo de contrato.
Os prazos variam conforme a natureza da pretensão, e o Código Civil e o Código de Defesa do Consumidor tratam de hipóteses diferentes, com contagem a partir de marcos distintos. Como a diferença entre um prazo e outro é relevante, vale verificar as datas concretas do caso em vez de presumir.
Nos Juizados Especiais existe faixa de valor em que a parte pode atuar sem advogado. Ainda assim, a orientação prévia costuma ajudar a dimensionar o pedido e a organizar as provas, e a assistência passa a ser exigida em determinadas fases e acima de certos valores.
Divórcio, pensão alimentícia, guarda, união estável e inventário.
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Ler a páginaCada situação depende de datas, vínculos e documentos próprios. A análise é feita individualmente, em Uberlândia ou por videochamada.
Esta página tem finalidade informativa e não substitui a análise individual de cada caso. As regras aplicáveis mudam com frequência e dependem da situação concreta de cada pessoa.